Categorias
Serviços

O que são Autotechs?

o que sao autotechs

Para competir com um mercado tão consolidado de lojas físicas, o e-commerce precisa ter vantagens que atraiam cada vez mais o consumidor para suas plataformas. A logística, cadastro de produto, atendimento, informações técnicas, integrações, aplicação, marketing digital são algumas  dessas áreas.

Dessa forma, as Autotechs surgiram no segmento automotor para suprir a demanda desse nicho de mercado e tornar mais atraente e mais vantajoso a venda no mundo digital.

Basicamente, as Autotechs são empresas que trazem soluções digitais usando tecnologias inovadoras e disruptivas para o segmento automotor que engloba veículos com propulsão própria como carros, motos, caminhões, barcos, tratores, etc. 

Essas startups são responsáveis por desenvolverem tecnologias para melhorar as áreas citadas, já que o crescimento da frota de veículos, tanto como para transporte de cargas como pessoas.

Para o Brasil, esse tipo de iniciativa é essencial, já que mais de 50% das cargas são feitas via terrestre (caminhão, ônibus, carro) por rodovias, como as BR’s e estaduais. Então, as Autotechs surgem para melhorar o desempenho desse setor que está em constante crescimento.

Tipos de Autotechs

Existem vários tipos de Autotechs. Em comum, todas possuem a missão de melhorar o setor automotor.

Logística e transporte

O Brasil possui um alto custo logístico que, segundo o site Insights, pode chegar até 12, 7% do PIB nacional. Isso abre espaço para que transportadoras se destaquem no ramo, descentralizando custos, promovem compartilhamento de veículos e empregam motoristas autônomos.

Mobilidade

O trânsito pode ser uma dor de cabeça para quem precisa passar horas dirigindo até chegar ao local de trabalho. Além do estresse, os custos aumentam cada dia mais, assim como a quantidade de carros com um passageiro apenas.

Autotechs de mobilidade permitem que, por um preço muito mais em conta, a pessoa se desloque pela cidade, dividindo ou não o valor e diminua a espera do trânsito, que pode chegar a mais de 2 horas por dia!

Manutenção de veículos

Apesar da imensa malha rodoviária, o motorista brasileiro sofre com as péssimas condições e falta de manutenção. Além disso, a frota envelhece a cada ano e, com isso, aumentam as exigências de serviços especiais.

Algumas empresas visam facilitar a venda e a compra de peças para automóveis por meio de ferramentas e soluções digitais como, por exemplo aplicativos e marketplaces, reunindo lojas de todo território brasileiro. Já outras oferecem manutenção e serviços.

Autotechs de E-commerce

Ainda no setor de manutenção, estão as Autotechs que vendem e revendem peças para veículos, conectando fabricantes e consumidores finais, por meio de sites e aplicativos que facilitam a vida de proprietários, mecânicos e outros profissionais, assim como o Compre Sua Peça. Veja em nosso site todas as peças, acessórios e serviços que temos a oferecer! 

E não deixe de assistir nosso manifesto “Acelere para o futuro!”

 

O Compre Sua Peça está inaugurando o conceito dentro desse universo, sendo a primeira Autotech brasileira com autoridade no segmento AUTOMOTOR e propriedade no mercado digital. Surgimos para impulsionar o mercado e torná-lo mais rentável para todos. Assista também ao vídeo do lançamento da nossa plataforma e conheça mais sobre o Compre Sua Peça:

Categorias
Náutica

Documentação para Embarcações: o que é e como regularizar?

Além do cuidado com seu barco no quesito mecânico e estético, você também deve ficar atento a documentação para embarcações. Assim como carros e outros veículos terrestres, o proprietário deve regularizar junto ao órgão responsável os documentos e o seguro obrigatório.

As semelhanças com veículos terrestres não param na documentação e necessidade de revisão: a Marinha Brasileira também aplica multas e punições a condutores que cometem infrações em alto mar.

Continue a leitura e descubra tudo que você precisa saber sobre a regularização da documentação para embarcações.

Capitania dos Portos e ações em alto mar

O Decreto nº 50.059, de 25 de janeiro de 1961 aprovou e regularizou a criação da Capitania dos Portos, órgão responsável pela aplicação a legislação em vigor, prestar o serviço de socorro marítimo em águas de sua jurisdição, fiscaliza e controla o Serviço de Praticagem e também tem como função exercer a Polícia Naval.

Ano a ano, principalmente nos meses de férias, a Marinha Brasileira realiza a Operação Verão, visando o bem-estar de banhistas e passageiros de embarcações. Pois, infelizmente, o número de acidentes aumenta e, consequentemente, o de vítimas.

Segundo o Capitão-de-Mar-e-Guerra Fernando Ranauro Cozzolino para o site Bom Barco: “O objetivo da Operação Verão é prevenir os acidentes e salvaguardar a vida humana no mar, principalmente na orla marítima, no período de maior tráfego de embarcações de esporte e recreio e concentração de banhistas”.

Nessas fiscalizações, os profissionais verificam mais que a documentação para embarcações. A função maior é proteger a vida de quem está no veículo e banhistas:

 

  • Habilitação;
  • Documentação da embarcação;
  • Equipamento de segurança;
  • Extintores de incêndio;
  • Luzes de navegação;
  • Lotação;
  • Estado da embarcação.

Regularize a documentação para embarcações

Pense em seu carro ou motocicleta: todo ano você precisa regularizar IPVA, seguros e alguns outros documentos, não é mesmo? Isso também acontece com sua lancha, jet ski ou outras embarcações:

  • TIE/TIEM Original (Título de Inscrição de Embarcação);
  • Termo de Responsabilidade (documento que afirma que o proprietário da embarcação se responsabiliza por ela em todos os fins);
  • DPEM (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por suas cargas);
  • Carteira de Habilitação de Amador.

Lembre-se que o proprietário precisa sempre portar os documentos originais, pois a Capitania dos Portos não aceita cópias, mesmo que autenticadas.

Seguro da embarcação

O DPEM é um seguro assim como o DPVAT, porém, além dele, a embarcação também deve estar segura, para caso aconteça algum acidente como colisões, até mesmo em recifes ou com outros veículos.

E o valor não é nada exorbitante. Geralmente é, no máximo, 2% do valor total da embarcação. Essa porcentagem é calculada com base em alguns fatores, como, por exemplo:

  • Ano da embarcação;
  • Estado de conservação;
  • Tipo;
  • Guarda (se fica em garagem ou Marina);
  • Tamanho
  • Material de construção

Infrações e penalidades

Os condutores que, porventura estiverem com a documentação para embarcações citadas em falta, podem pagar multa e até perderem o direito de pilotarem

  • O valor da multa pode variar de R$ 40,00 a R$ 3.600,00;
  • Até 12 meses de suspensão do certificado de habilitação;
  • Ou cancelamento do certificado de habilitação.
  • A Marinha do Brasil ainda lista quais são as infrações mais comuns em alto mar:
  • Falta de habilitação;
  • Ausência de registro;
  • Falta de equipamentos como, coletes salva-vidas correspondente ao número de tripulantes;
  • E seguro obrigatório vencido.

Vale ressaltar que as operações são de caráter preventivo, porém, mesmo que não aconteça sempre é importante sempre estar com a documentação para embarcações em dia, para a segurança de todos.

Ficou alguma dúvida? Comente e não deixe de conferir em nosso site a seleção de produtos para aproveitar melhor o passeio de barco!

Categorias
Carro

Equipamentos obrigatórios que todo automóvel deve ter

Além de nos permitirem locomover em longas distâncias, os automóveis nos trazem segurança e conforto, por isso fazem parte da nossa vida. Porém, assim como toda máquina, eles podem falhar e, por isso, você deve ter equipamentos obrigatórios em dia!

Eles são importantes tanto para manter você e seus passageiros em segurança, como para outros pedestres e veículos, afinal, no trânsito ninguém está sozinho! São muitos os detalhes que condutores e donos de carros devem se manter atentos.

Por isso, reunimos aqui os equipamentos obrigatórios que todo carro deve ter para se manter na lei!

Multas e penalidades

Em primeiro lugar, devemos pensar nas questões de segurança que esses itens trazem, porém, como alguns condutores ainda insistem em deixar para trás alguns cuidados, o código de trânsito brasileiro pune quem não está com os equipamentos de segurança em dia.

Conforme o site Portal do Trânsito, a Resolução 14/98 do Contran estabelece quais são os equipamentos obrigatórios e também as infrações às quais motoristas e proprietários estão sujeitos. Transitar sem os itens ou com peças inoperantes pode levar a:

  • Multa de R$ 195,23;
  • Infração gravíssima, perdendo 5 pontos na CNH;
  • Retenção do veículo para regularização.

Quais são os equipamentos obrigatórios para carros?

Para facilitar o checklist, vamos separar essa lista em alguns tópicos:

Iluminação

  • Luzes de posição dianteiras (faroletes) de cor branca ou amarela;
  • Lanternas de posição traseiras de cor vermelha;
  • Lanternas de freio de cor vermelha;
  • Lanternas indicadoras de direção dianteiras de cor âmbar e traseiras de cor âmbar ou vermelha;
  • Lanterna de marcha à ré, de cor branca;
  • Retrorrefletores (catadióptrico) traseiros, de cor vermelha;
  • Lanterna de iluminação da placa traseira, de cor branca;
  • Faróis principais dianteiros de cor branca ou amarela;
  • Dispositivo de sinalização luminosa ou refletora de emergência, independente do sistema de iluminação do veículo;

Equipamentos internos

  • Cinto de segurança (para todos os ocupantes do veículo);
  • Velocímetro;
  • Buzina;
  • Pala interna de proteção contra o sol (para-sol) para o condutor;
  • Freios de estacionamento e de serviço, com comandos independentes;

Para-brisa

  • Limpador de para-brisa;
  • Lavador de para-brisa;

Ferramentas

  • Macaco, compatível com o peso e carga do veículo;
  • Chave de roda;
  • Chave de fenda ou outra ferramenta apropriada para a remoção de calotas.

Pneus e rodas

  • Pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
  • Roda sobressalente, compreendendo o aro e o pneu, com ou sem câmara de ar;

Outros equipamentos obrigatórios

  • Dispositivo destinado ao controle de ruído do motor, naqueles dotados de motor à combustão;
  • Para-choques, dianteiro e traseiro;
  • Espelhos retrovisores, interno e externo;

Se você percebeu que seu carro não está com todos os equipamentos obrigatórios ou algum está quebrado, não perca mais tempo, confira no site do Compre Sua Peça as melhores marcas e regularize o seu automóvel!

Categorias
Moto

História: a evolução dos capacetes de motocicletas

Atualmente parece impossível pensar em pilotar uma motocicleta antes de procurar bons capacetes, não é mesmo? Mas nem sempre foi assim: quando o veículo foi inventado, os motociclistas sentiam todo o vento, o rosto e cabelos, mas, apesar da sensação de liberdade, veio também o risco de se acidentarem.

E esse foi um dos principais motivos pelos quais os capacetes se tornaram obrigatórios para os amantes de velocidades sobre duas rodas: uma das versões da história conta que, em 1935, um motociclista não conseguiu se desviar de dois ciclistas e acabou sendo arremessado da sua moto.

Infelizmente, após seis dias internado, Thomas Edward Lawrence faleceu e então o neurocirurgião Hugh Cairns iniciou uma pesquisa sobre “Perda desnecessária de vidas por pilotos de motocicleta devido a ferimentos na cabeça”, segundo o site Plastivida.

Desde então, o uso dessa peça essencial virou lei em vários países e salva muitas vidas! Confira a história dos capacetes do início até agora!

A origem do nome

Apesar de ser algo relativamente novo para as motocicletas e bicicletas, os capacetes tiveram inspiração nos elmos que soldados utilizavam em guerras. Em inglês, a palavra Helm (elmo), deu origem a Helmet (capacetes).

Já Capacete, tem origem, conforme o site Ciclomania, no Catalão Cabasset, que além de significar Proteção para cabeça, remete ao Latim Capaceum, que era uma cesta para usar frutas, com o formato parecido com os capacetes de hoje em dia.

A evolução do capacete

No ciclismo era bem comum que os ciclistas tivessem que proteger suas cabeças de maneira artesanal, o que nem sempre era uma boa ideia. Já em 1880, os primeiros modelos padronizados surgiram: utilizavam cortiça revestida de couro. 

No início de 1900, eles se tornaram mais leves e ganharam o apelido de Hairnets (redes de cabelo) devido ao formato: uma tira de lã revestida de couro ao redor da cabeça e no topo. Já com as motos, demorou um pouco até que utilizassem proteção.

Após o fatídico acidente com o motociclista que deu origem ao estudo do Dr. Cairns, os primeiros motociclistas a fazerem o uso dos capacetes foram os soldados do exército inglês.

Os primeiros modelos foram confeccionados em Lona e Goma-Laca, que dava um acabamento duro e forte. Além dessas propriedades, a Laca é insolúvel e ideal para serem utilizados em climas variados.

Depois desses testes, o couro foi o material escolhido, o que não conferia muita segurança, já que o material não é suficientemente resistente para preservar o motociclista de colisões, mas evitava ferimentos mais leves.

Um marco na história dos capacetes foi quando Giacomo Agostini usou um acessório cobrindo toda a cabeça, como os de hoje  em uma corrida oficial, no ano de 1967. Mas, até os anos 70, os amantes de veículos com duas rodas testaram outros tipos de proteção, como capacetes de hockey, hipismo e montanhismo. 

Todos foram reprovados, pois, eram pesados, protegiam uma área menor ou até obstruíram a respiração.

A padronização

A empresa Bell Helmets foi a primeira a pesquisar modelos eficazes de capacetes, já que os desenvolvidos anteriormente pesavam muito e não permitiam a circulação de ar, ou seja, fazia muito calor.

Isso aconteceu em 1974, após a Associação de Ciclistas da Área de Washington perceber que não havia padronização nenhuma e os acidentes fatais aumentavam consideravelmente. 

O Bell Biker utilizava Poliestireno Expandido para proteger do impacto, além de entradas de ar. O EPS é até hoje utilizado em vários modelos sendo revestidos de plástico ABS, fibra de vidro ou até mesmo Kevlar, uma fibra sintética leve, resistente ao calor e mais resistente que o aço. Esse material é utilizado na construção de aeronaves e até mesmo em coletes à prova de balas.

No Brasil

No início do século XX, em terras brasileiras, ainda pouco se falava das motocicletas. Um dos primeiros registros que o site Motostory conta foi o do periódico FonFon que falava sobre todo tipo de veículo e a fotografia de Antonio Lage, um dos primeiros motociclistas do Brasil, com o capacete de couro em 1910.

Já O Guidão e Motociclismo tratavam especificamente de motos e, registros mostram que, um modelo de capacete mais resistente se fazia presente, assim como na imagem de Edgar Soares e Franco Bezzi (segurando o acessório), filho de Luiz Bezzi, campeão de motociclismo por sete vezes (nos anos de 37, 39, 52, 54, 56 e 59) e criador do Santos Moto Clube.

De acordo com a passagem dos anos, percebemos que as tendências mundiais com relação à segurança também chegaram ao Brasil, afinal, registros mostram que os pilotos (principalmente os competidores), utilizavam os mesmos modelos que eram popularizados no exterior. 

Já para os entusiastas e curiosos, o acessório nem sempre era utilizado, até que, por uma lei, os capacetes tornaram-se obrigatórios no território nacional.

Antonio Lage - 1910

Legislação Brasileira

Cada lugar do mundo possui sua própria lei sobre o uso de capacetes e aqui no Brasil esse acessório precisa seguir uma série de normas descritas no NBR/ABNT 7471, além da certificação do INMETRO.

A pessoa que quer se aventurar sobre duas rodas motorizadas também deve saber que, no país, o item é obrigatório por lei, que se estende ao passageiro. Desde 1997, é proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) pilotar ou pegar carona sem o acessório. O piloto perde 7 pontos na CNH e deverá pagar R $293,47 de multa, podendo perder o direito de dirigir.

Os capacetes, tanto do motorista como do passageiro deverão estar em bom estado de conservação (sem rachaduras ou partes quebradas) e serem utilizados com a viseira abaixada. Para quem usa óculos, esta deverá ser adaptada às necessidades.

Modelos de capacetes para motos

Atualmente são vários os modelos fabricados e comercializados. Porém, o motociclista deve ficar atento aos que são certificados pelo INMETRO. Por exemplo, o estilo coquinho é proibido por não proporcionar proteção abaixo da orelha e não possuir viseiras.

Para se manter seguro, os modelos abaixo são os mais indicados:

  • Capacetes abertos sem proteção para o queixo. Neste caso, o motociclista é obrigado por lei a usar proteção para os olhos e queixo; Capacetes fechados. Oferece maior proteção, já que o casco continua após a viseira e cobre toda superfície da cabeça
  • Robocop/ Capacetes articulados possuem proteção de queixo removível sendo utilizado pela ROCAM. Facilita o contato com outras pessoas, já que não é necessário retirá-lo para falar;
  • Capacetes off-road possuem proteção para o queixo, mas sem viseira. Devem ter o acessório obrigatório e são ideais para trilhas;
  • Capacete Racing são aerodinâmicos;
  • Bubble Helmet possui um estilo vintage e cobre quase todo rosto.

Outro ponto que deve ser observado e levado a sério é o tempo de uso dos capacetes: o recomendado é que eles sejam trocados a cada três anos devido ao desgaste da espuma, que em hipótese nenhuma deve ser retirada! E lembre-se: o uso dos capacetes é obrigatório em todo país!

Outras fontes: https://helmets.org/history.htm 

Categorias
Náutica

O que revisar em sua embarcação antes das férias

Com a aproximação das férias escolares, começam os planejamentos para fazer passeios em família e aproveitar momentos juntos. E, para quem vai viajar, sabemos que a revisão do carro é algo comum, mas você já pensou nos cuidados com sua embarcação?

Por mais que sejam utilizadas somente em poucos dias do ano, a manutenção dos veículos aquáticos também deve sempre estar em dia, afinal, somente dessa maneira é possível aproveitar muito melhor o descanso.

E o cuidado não deve ficar somente à parte mecânica da sua embarcação, os documentos também devem estar em dia, regularizados pela Capitania dos Portos, além de um seguro, assim como os de veículos terrestres.

Revisão de embarcações

Assim como veículos terrestres, é importante que sua embarcação receba cuidados preventivos, principalmente as que são utilizadas em água salgada, que pode danificar pintura e casco.

Por isso, um cuidado básico é sempre lavar com uma esponja macia e água doce (não use mangueiras de alta pressão) após o uso. Repita a lavagem, somente com água doce na tubulação da embarcação, assim você evita que, na próxima vez, sua embarcação esteja danificada, impedindo o seu uso.

Isso é um dos principais pontos que (não precisa ser feito necessariamente por um mecânico) deve ser revisado antes de colocar sua embarcação na água novamente! 

Por outro lado, se seu barco fica muito tempo na água, contrate um profissional para avaliar o casco e se há cracas ou danos causados pelo tempo. Aproveite e peça para ele avaliar o estado das hélices (caso sua embarcação tenha).

Combustível e troca de óleo

Nem todos os veículos aquáticos são motorizados, mas, os que são devem receber um cuidado especial a mais: Jet skis devem ter o óleo e filtro trocados a cada 6 meses ou 50 horas de uso.

Com relação ao combustível, você sempre deve ter o mesmo cuidado que tem com o seu carro: abastecer apenas em postos confiáveis e nunca deixar parado por mais de dois meses. Caso isso aconteça, troque todo combustível para garantir o bom funcionamento da embarcação.

Motor

Com relação ao motor, lembre-se de ligar com frequência e caso ele fique na água, essa tarefa deve acontecer semanalmente para eliminar toda a água salgada após o seu uso. Sempre que possível, abra a sala de máquinas e veja se ele está funcionando normalmente!

Sistema elétrico e cabos de comando

Como veleiros, jet skis e barcos não são utilizados o ano todo, outro fator que deve ser observado é o sistema elétrico que pode falhar sem o uso constante. Luzes de navegação e internas, buzina, bombas de porão, GPS/ Sonar, Rádio, inversor e guincho elétrico que são partes necessárias para a navegação.

Assim como a parte elétrica, os cabos de comando precisam de verificação, principalmente com relação à lubrificação, que pode estar defasada. Essa parte é importante para que você execute  manobras com mais facilidade.

Equipamentos de segurança e parada

Essa é uma parte super importante da revisão, afinal, mesmo que seja um jet ski, barco pequeno ou iate, os equipamentos de segurança são essenciais. De acordo com o site FS Yachts, confira se os extintores, boias com corda e se os coletes salva-vidas estão na validade.

Tanto para a segurança como para curtir o mar por mais um tempo, a âncora, cabos e guinchos do iate e a alavanca do freio/ré do jet ski servirão para isso e também para evitar acidentes. Faça um teste antes e, caso não sinta segurança, informe ao profissional de confiança.  

Carreta

Se sua lancha ou embarcação estiver em sua garagem, será provavelmente deslocado através de uma carreta, que também deve ser verificada: Caso seja a primeira vez que você esteja transportando ou preferiu alugar, certifique-se que ela serve para o tamanho e peso do seu transporte. Os pneus devem estar sempre calibrados e novos, caso fiquem muito tempo parados. 

Ao posicionar bem a carga, prenda-a com cintas com catracas, sem se esquecer dos bancos e use uma capa para proteger a pintura, caso você ache necessário. Antes de sair, não se esqueça de testar rolamentos e parte elétrica!

Dica

A melhor época para você fazer a revisão completa da sua embarcação é nos períodos de outono e inverno, meses de baixa temporada! Essa época é marcada por uma baixa procura de profissionais. 

Após verificar todos os detalhes da sua embarcação, é só curtir as férias da melhor maneira e sem se preocupar com falhas e imprevistos! E caso precise encontrar alguma peça em específico, conte com Compre Sua Peça nessa busca: entre em nosso site e conheça todas as nossas opções!